Em encontro da patrocinadora da Copa Libertadores, a Bridgestone, no hotel Ouro Minas, em Belo Horizonte, na manhã da final da competição, o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, e o mandatário do Olimpia, Óscar Carísimo, não trocaram críticas entre si, mas abordaram um determinado tema com argumentos diferentes.
Carísimo disse que foi lamentável o que houve no hotel Caesar Business, quando a torcida do Galo evitou o sono dos jogadores do Olimpia, usando foguetórios e bombas para atormentar a delegação e a vizinhança.
- Não deixaram a gente dormir, muitas pessoas atirando bombas. É grave para o Brasil olhar isso, para o que houve no hotel. Estou pela quarta vez em Minas Gerais. O que houve ontem foi histórico. O que vivei aconteceu só nos anos 60 - afirmou Óscar.
Já Alexandre Kalil não defendeu a atitude dos torcedores, mas disse que é algo comum em um torneio como a Libertadores. Além disso,ele citou o caso do torcedor do Galo que sofreu uma emboscada e fraturou a perna com um tiro de arma de fogo.
- Os acidentes com as torcidas são fatos comuns em competições dessa grandeza. Haja visto que apenas ontem o nosso torcedor que recebeu um tiro de arma de fogo no Paraguai pôde retornar ao Brasil. Isso não suja a beleza do espetáculo que houve no Paraguai, a qual a delegação foi bem recebida e não agredida - afirmou o cartola brasileiro, para, depois, lembrar que o ônibus do Galo em Assunção foi apedrejado:
- Tivemos nossos ônibus quebrados, torcedores recebram tiros com arma de fogos. Peço desculpas aos presidentes, mas os fatos devem ser colocados em seus devidos lugares.
Fonte:LanceNet




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